Por Wender Ferreira do Santos Desde pequeno tenho um interesse e um fascínio pelos idosos. Lembro que uma vez perguntei para minha avó por que ela estava ficando “velha”. Ela me respondeu que todo mundo envelhece, que ninguém consegue “fugir disso” e que era natural. Ela reforça que não é possível evitar e que as pessoas podiam fazer “mil coisas” para ficarem com uma aparência de jovem, mas nunca deixariam de envelhecer. Confesso que não entendi e fiquei achando muito estranho a pessoa ficar com os cabelos brancos e com a pele enrugada. Eventualmente, perguntava às pessoas da minha idade, como primos amigos e colegas da escola, o que elas achavam de envelhecer. Duas respostas eram comuns: a primeira relaciona a aparência, que é ficar com os cabelos brancos, usar bengala, usar óculos e a pele enrugada; e a segunda que envelhecer era ruim e que o bom mesmo era ser “jovem”. Devido essas experiências acabei criando uma imagem em minha cabeça, um estereótipo/estigma que enve...
A Liga Acadêmica de Gerontologia e Geriatria da Universidade de Brasília (LAGGUnB) é um programa de extensão da UnB, tendo como foco aprofundar os conhecimentos teóricos e práticos no fenômeno do envelhecimento entre estudantes de graduação e pós-graduação e profissionais. Possui uma equipe multidisciplinar que desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão aos idosos e cuidadores que frequentam o Centro de Medicina do Idoso e a Clínica Médica do Hospital Universitário de Brasília.

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